TREM: CAÓTICO Valor da passagem: R$2,90 - ROUBO
quinta-feira, 12 de abril de 2012
DANE- SE A POPULAÇÃO... METRÔ: CAÓTICO! Valor da passagem: R$3,20 - ROUBO!
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domingo, 8 de abril de 2012
A PRESSÃO ESTÁ AUMENTANDO...
Fonte: sospmerj.
A NOSSA ANISTIA ACONTECERÁ! A VITÓRIA É CERTA!!
Já
temos 60 assinaturas de um total de 71 deputados solicitando que os
bombeiros e policiais envolvidos nos movimentos reivindicatórios sejam
anistiados...
JUNTOS SOMOS IMBATÍVEIS!!
MAIS PRESSÃO...
A luta pela anistia continua...O deputado
Anthony Garotinho derrubou mais uma vez a sessão da CCJ, em Brasília,
como já havia feito na semana passada. A pressão está aumentando e,
certamente, aumentará cada vez mais... A partir da semana que vem,
diferentemente do comando da Corporação e do governo do estado (PMDB),
algumas ações legais e pacíficas serão adotadas pelo nosso Movimento,
afim de responsabilizar cada capacho do governo ( e do "comando") pelas
ilegalidades praticadas durante o mês de fevereiro e março...AGUARDEM,
pois a nossa luta está apenas começando...
Deputados da Alerj assinam pedido de anistia para PMs e bombeiros!
Deputados da Alerj assinam pedido de anistia para PMs e bombeiros!
Com quase total unanimidade, a Assembleia do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) assinou em peso
o projeto de lei do deputado estadual Paulo Ramos (PDT-RJ), que pede a
anistia dos policiais militares e bombeiros envolvidos na greve de
fevereiro. Dos 70 parlamentares possíveis, 60 subscreveram o pedido.
Sem mágoas
Em
discurso no plenário, Paulo Ramos disse que chegou a hora do
governador Sérgio Cabral se solidarizar com os policiais e bombeiros
expulsos das corporações. O principal argumento da anistia é o de que
os grevistas não causaram prejuízos ao estado, como aconteceu na Bahia,
e apenas protestaram por melhores condições de trabalho.
"Infelizmente,
por uma razão ou outra, não consegui a assinatura de todos, mas já fui
informado que vão assinar também. Já os deputados Paulo Melo e André
Correa, por estarem numa posição de negociação, de encaminhamento, não
poderiam mesmo assinar", afirmou Paulo Ramos. “Se houve excesso de parte
a parte, o momento é de reconciliação. Os punidos reivindicavam
melhores salários e não podem, agora, ficarem sem salário algum. É muito
triste a posição deles e de suas famílias. Espero que o governador se
mostre solidário e revogue as punições”
A crise constante da segurança pública
Por Renato Sérgio de Lima, 41 anos, doutor em sociologia pela
USP, é secretário executivo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Este artigo foi publicado na "Folha de S. Paulo"
Não basta melhorar o ensino policial, promover integração e mais equipamentos; há 25 anos esperamos o Congresso dizer o que devem fazer as polícias.
Encerrada a fase aguda que culminou nas greves de policiais antes do carnaval, na Bahia e no Rio de Janeiro, o Brasil retoma a prática política de esquecimento dos problemas da segurança pública, relegando
à própria sorte a população e as polícias, que continuam imersas em um cenário de intensas disputas políticas e institucionais.
Não basta melhorar o ensino policial, promover integração e mais equipamentos; há 25 anos esperamos o Congresso dizer o que devem fazer as polícias.
Encerrada a fase aguda que culminou nas greves de policiais antes do carnaval, na Bahia e no Rio de Janeiro, o Brasil retoma a prática política de esquecimento dos problemas da segurança pública, relegando
à própria sorte a população e as polícias, que continuam imersas em um cenário de intensas disputas políticas e institucionais.
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